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MOTO: Seguro ou Rastreador? Saiba qual escolher.

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Para descontrair:

-Por que a loira burra tem moto mas nunca anda?
-Porque ela compra moto e amarra!

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Seguro de moto baixa renda
Apesar do trocadalho do carilho, uma dúvida aflige os motociclistas das grandes cidades. O amigo compra uma moto financiada, está feliz da vida ao curtir a motoca, mas fica pensando na insegurança dos centros urbanos. Afinal, o que é melhor, seguro ou rastreador? Vamos listar alguns itens abaixo para você refletir sobre o que ter na sua moto.


Seguro 
Vantagens:
  • Recuperação do valor em caso de sinistro
  • Reparo da moto por conta da seguradora (após pagar taxa de franquia)
  • Mais sensação de segurança
  • Apoio da seguradora para recuperação da moto roubada 
Desvantagens:
  • Nem todas as motos são aceitas para seguros
  • O valor do seguro é muito alto, chegando a passar dos 15% do valor da moto
  • Burocracia da seguradora


Rastreador (simples, sem seguradora)
Vantagens:
  • Custo menor
  • Instalação rápida
  • Fácil saber onde a moto está
Desvantagens:
  • Você precisa se virar para buscar a moto no caso de roubo
  • Não há ressarcimento no caso de colisão/quebra
  • Rastreador pode ser retirado da moto pelo ladrão.

Enfim, são vários os fatores que devem ser pensados na hora de fazer um seguro de moto ou comprar um rastreador para moto. Uma alternativa é a mistura de seguro e rastreador, como é o caso de um produto da Porto Seguro. Bem, como se já não bastassem os caros IPVA e DPVAT, ainda temos que pagar por fora para termos um pouco mais de conforto e segurança nessa "vida loka" que levamos.

E você, amigo visitante do site, acha qual deles mais vantajoso? Deixe sua opinião!

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Acidente de moto bizarro

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Esse post vai pra quem pensa em financiar uma moto e sair andando por aí sem antes mesmo conhecer os limites do equipamento e da mente. Muito cuidado com o freio, galera!

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Que capote bizarro!

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Acidentes e mortes de motociclistas - em discussão no Senado

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Em discurso nesta quarta-feira (8), o senador Paulo Davim (PV-RN) convidou os parlamentares a debaterem a elevação do número de acidentes e mortes envolvendo motociclistas em todo o país. Em sua opinião, o Brasil enfrenta uma epidemia, um problema de saúde pública, que mata jovens e lota enfermarias de pessoas com traumatismo craniano, membros amputados e outros ferimentos graves.

De acordo com dados do Sistema de Informações de Mortalidade do Ministério da Saúde (SIM), em 2010 houve 40.610 óbitos por transportes terrestres no Brasil, sendo 25% deles causados por acidentes de motocicletas, ou seja, 10.152 óbitos. Esse número é o triplo dos ocorridos em 2002, que foi de 3.744 óbitos.

Acidente Moto
Acidente Moto
No Brasil, os acidentes envolvendo motocicletas foram responsáveis por 165 mil indenizações, conforme dados do DPVAT, o seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores. O número representa 65% de todas as indenizações, e a frota de motocicletas no Brasil é algo em torno de 30%. Homens jovens são as maiores vítimas. E os acidentes vêm aumentando também na zona rural da Região Nordeste, já que o cavalo e o jegue foram substituídos pela motocicleta, afinal, ficou mais fácil financiar uma moto.

- O Senado Federal precisa discutir, posicionar-se; precisamos de uma legislação que proteja o motoqueiro, o piloto da moto, mas também os pedestres e os motoristas de veículos que não sejam as motocicletas - disse.

Davim informou ainda que a senadora Ana Amélia propôs a realização de audiência pública para debater o tema. Fonte: Agência Senado


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Historia Honda 450 - CBR 450 SR

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CBR 450 SR
Honda CBR 450 SR - Preto Ninja
Se é de história que vive o homem, aqui vai história de motos, que é o que adoramos! Em 1989, a Honda ainda fabricava a CB 450, evolução da CB 400 datada de 1980 que já estava ficando velhinha na produção, gerando assim uma demanda para alterações ou, mais sabiamente, uma nova moto. A Honda decidiu então que apenas o motor seria o mesmo da CB 450, com algumas alterações na questão de injeção. Nascia assim uma moto que marcaria época no mercado nacional. Resultado de uma pesquisa junto a concessionárias e público em 1987 para saber o que deveria ser melhorado na CB, a Honda CBR 450 SR surgiu em 1989 como primeira esportiva nacional com motor quatro-tempos, que impressionava por sua beleza exótica para os padrões da época.

A Honda CBR 450 tinha motor bicilíndrico de 447 cm³, três válvulas por cilindro (duas de admissão e uma de escapamento) e refrigeração a ar, com radiador de óleo, herdado da CB 450 e recebera melhorias no comando de válvulas, dutos de admissão e escapamento do cabeçote, que junto com o escapamento 2-em-1 fizeram a potência subir de 43,3 cv para 46,5 cv (ambas a 8.500 rpm), embora diminuindo um pouco o torque, de 4,3 m.kgf a 6.500 rpm para 4,2 m.kgf a 7.000 rpm. Recebia também um tensor automático da corrente do comando de válvulas, o que fazia com que suas revisões não precisassem ser feitas de maneira tão ostensiva.

CBR 450 SR
Propaganda da Honda CBR 450 SR
O novo modelo contava com velocidade máxima de 175 km/h e aceleração de 0 a 100 km/h em cerca de sete segundos. A Honda CBR 450 não arrancava suspiros pelo desempenho, mas oferecia força suficiente para a maioria dos motociclistas. O câmbio continuava o mesmo da CB 450, de seis marchas, com a primeira e a relação primária mais longas. Não havia por que mexer aqui, dado seu funcionamento com precisão e maciez nos engates. Para muitos, uma moto nacional incomparável em estilo a seu tempo. As versões de grafismo da foto surgiam no modelo 1991, abandonando a sobriedade inicial da CBR.

Os grandes avanços da Honda CBR 450 em relação à CB estavam na estrutura. Seu quadro, chamado de Twin Tube Frame (quadro de viga dupla), era do tipo diamante com duas vigas laterais de aço, com o motor fazendo parte da estrutura. A suspensão traseira abandonava o antiquado conceito de duas molas em favor de uma única mola sistema Pro-link com sete níveis de regulagens.

As rodas de alumínio de 17 polegadas e os pneus de perfil baixo sem câmara (os então novos Pirelli MT 75) estavam na medida certa e os freios usavam discos duplos na dianteira e simples na traseira, e eram muito eficientes. Todo este conjunto tornava a CBR muito estável nas retas e curvas,transmitindo a sensação de uma moto muito segura na maioria das situações. Era nitidamente superior à Yamaha RD 350 R (a famosa Viúva Negra/Caixão) e à Honda CBX 750 F (saudosa 7 Galo) da própria Honda, que além de menos esportiva havia perdido em comportamento com a nacionalização de 1987.

A CBR era bem útil, mesmo com seu desenho esportivo original. Possuía cavalete central, alça para garupa, ganchos para amarração de bagagem, porta-objetos (na lateral da carenagem, abaixo da manopla direita) e porta-documentos (abaixo do banco, próximo da alça do garupa). No painel, medidor de combustível, que muita esportiva não tem. O manete de freio dianteiro podia ter sua distância da manopla regulada, sem ferramentas.

CBR 450 SRObservando-se o desenho da nova moto era fácil notar que fora baseado nas Honda CBR 1000 F e 600 F, que a Honda produzia no Japão e traria ao Brasil anos depois. Um exemplo eram as carenagens laterais cobrindo quase totalmente o quadro. Fora isso, havia outros detalhes interessantes, como o pára-lama dianteiro que cobria boa parte das bengalas, a presença de um pára-lama traseiro rente ao pneu, as luzes de direção dianteiras integradas à carenagem. Realmente os projetistas da Honda fizeram um belo trabalho na concepção desta moto. O acabamento era de bom nível e também a ergonomia, com botões e comandos dos semi-guidões fáceis de usar e uma posição de pilotagem que, apesar de esportiva, não deixava o piloto tão inclinado à frente como em modelos mais radicais.

Naturalmente havia pontos criticáveis. Os retrovisores ficavam na mesma altura dos retrovisores dos carros, dificultando ao piloto desvencilhar-se do trânsito, e não ofereciam grande visão. Caso fossem fixos à carenagem, resolveriam os dois problemas e ainda poderiam ganhar em estética. Além disso, seu medidor de combustível não era muito preciso. Lançada em uma época de importações fechadas, a CBR tinha como concorrente mais próxima a moto RD 350 R, mas era muito mais cara.

CBR 450 capitao america
Honda CBR 450 SR - Capitão America
Embora com desempenho inferior ao da RD, que desenvolvia 55 cv, o ronco de seu motor era uma sinfonia para os que preferem os quatro-tempos. Em todo o tempo que foi produzida a Honda CBR 450 SR não sofreu alterações mecânicas, de ciclística ou desenho: as únicas mudanças foram de grafismos, em 1991 e 1993. O modelo de 1991, com as cores branca, vermelha e azul, é conhecido entre seus fãs pelo apelido de “Capitão América”. Os grafismos mais clássicos foram os de 1989/1990. Em dezembro de 1994 a CBR 450 SR deixava de ser fabricada, pois as importadas faziam concorrência cada vez mais intensa.

Seu preço era alto diante do que oferecia em desempenho e, certamente, influiu ocrescimento da onda naked, de motos sem carenagem — como a Suzuki GS 500 E, ainda importada, que era oferecida a preço similar. Mas a Honda CBR 450 terminou sua carreira com milhares de fãs e até hoje, no mercado de usadas, possui bom valor de revenda e pode ser financiada facilmente. Simule já e financie sua Honda CBR 450!

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